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01/10/2009 - O MOMENTO DA BOBEIRA

Parece incrível, mas é verídico: boa parte dos acidentes de moto acontecem a menos de 10 minutos de distância do ponto de partida ou de chegada, devido a distrações na pilotagem. Em parte, isso se explica pela excitação no momento da partida ou um certo relaxamento já próximo ao destino. Portanto, dentro de um território conhecido.


Uma das melhores maneiras de se concentrar é estar plenamente ciente de que a viagem realmente já começou. Mesmo que as ruas e avenidas ainda sejam familiares, procure imaginá-las como se fossem de uma localidade distante, observando toda a movimentação à sua volta constantemente. Dê atenção especial aos cruzamentos e semáforos. Problemas pessoais ou assuntos pendentes de resolução devem ser esquecidos durante a pilotagem. Procure "desligar-se" desses pensamentos, concentrando-se no caminho que terá pela frente. Aproveite que você está fazendo o que gosta e esqueça os problemas.

OUTRAS DICAS IMPORTANTES

Se necessário, leve mapas ou cópias de guias rodoviários com indicações de entroncamentos rodoviários e entradas e saídas das cidades desconhecidas. Procure decorá-los. Mas se precisar consultá-los durante a viagem, lembre-se de estacionar em local seguro. Geralmente, postos de gasolina ou da polícia rodoviária são locais apropriados para essas paradas e os funcionários poderão ajudar com informações.


Nos primeiros quilômetros, procure sentir as reações da moto em frenagens, curvas, acelerações, verificando se tudo funciona corretamente. Confira se a bagagem está bem acomodada e segura. Se alguma anormalidade for anotada, corrija antes de iniciar realmente a viagem. Não se arrisque a problemas na estrada.


As massas utilizadas nas extremidades do guidão, servem para aumentar a sensibilidade e o controle das oscilações e vibrações do guidão, beneficiando inclusive a maneabilidade da motocicleta.


A velocidade de cruzeiro ideal de uma motocicleta é entre 50 e 75% da sua velocidade real máxima.


Não ande em velocidade muito baixa, evitando muitos sustos e surpresas com os carros, porém não exagere, mantenha a velocidade compatível com seu conhecimento e experiência, procurando manter total segurança. Segurança sempre em primeiro lugar.


Mantenha o farol baixo sempre ligado, mesmo de dia, mas bem regulado, para não atrapalhar a visão dos outros veículos. Se for andar muito rápido, ligue o farol alto. Como a motocicleta é um veículo pequeno, isso ajudará os outros veículos a lhe notar no trânsito, aumentando a sua segurança.


Início da chuva é uma das horas de maior acidentes, pois a quantidade de água ainda não foi suficiente para lavar a pista, e ao se misturar com resíduos de óleo e poeira forma-se uma " borra" muito escorregadia. NÃO FREIE BRUSCAMENTE NA CHUVA e nunca freie só com o freio dianteiro se estiver em piso escorregadio.


Em caso de pista molhada, utilize as marcas deixadas pelos pneus dos carros. Nessas marcas a quantidade de água no asfalto é menor e a aderência do pneu melhora.


Na chuva com a pista molhada, suspeita de areia ou óleo, ao fazer curvas evite deitar a moto. Saia levemente do banco, compensando a inclinação da moto. Cuidado com poças de água, pois podem esconder buracos ou pedras. Diminua a velocidade e evite passar sobre elas.


Quando o trânsito estiver parado, preste atenção nos pedestres que atravessam a pista fora da faixa de segurança.


Não fique muito perto de ônibus de turismo e interestadual, porque você pode virar o alvo da descarga dos banheiros.


Cuidado com a sujeira que se forma na margem da estrada. Pode-se escorregar ou levar pedrada de um veículo à sua frente que passa em cima da sujeira. Mantenha distância deles se estiver próximo à uma margem.


Em congestionamento, é essencial manter a prudência e a velocidade baixa, trafegando no máximo a 20 Km/h, pois com essa velocidade é possível ter reflexos mais rápidos para quaisquer imprevisto que possam surgir. No trânsito sobrecarregado redobre a atenção e diminua a velocidade, pois os automóveis podem mudar de faixa sem prévia sinalização.


A "confiança" pode levar a um acidente. Nunca deixe de estar atento ao pilotar sua motocicleta até chegar ao seu destino, mantendo sua postura e memorizando o trajeto a seguir.


Quem erra mais facilmente é aquele que acha que já sabe pilotar muito bem. Um pouco de medo sempre ajuda muito.


Sempre permaneça em local visível aos motoristas. Trafegar do lado esquerdo mantendo distância do automóvel a sua frente é ideal.


Ao trafegar por vias onde os veículos estão estacionados ou ônibus parados no ponto, diminua a velocidade prestando muita atenção, pois pedestres podem aparecer inesperadamente para atravessar a rua.


Nunca se envolva em discussões no trânsito, mesmo se você estiver 101% com a razão. Já aconteceu de pilotos pararem o outro veículo para reclamar da forma de dirigir perigosa do motorista e esse sair do carro com arma na mão.


O capacete é um equipamento de uso obrigatório e muito importante para a sua segurança. Use sempre cores claras e nunca deixe de prendê-lo. Capacete aberto é só para praia, andando a menos de 60 km/h.


A motocicleta sempre deve estar em boas condições para trafegar,preste atenção na parte elétrica, mecânica e pneus. Faça uma inspeção periódica toda vez que for sair com sua motocicleta (óleo, calibragem, lubrificação da corrente, etc.


Quando for sair de moto, tenha responsabilidade e se for levar alguém em sua garupa tenha o dobro de atenção, pois a vida da outra pessoa está em suas mãos !


Ao se deparar com um obstáculo (como buraco ou lombadas) em alta velocidade, procure frear até próximo do mesmo, mas transponha o obstáculo com os freios soltos, deixando para frear novamente após o obstáculo. O impacto de obstáculos com as rodas presas é maior.


Alguns motoristas geralmente dão passagem às motos grandes. Sempre agradeça o gesto dando uma leve buzinada.


Quando cruzar com outros grupos ou companheiros de estrada, cumprimente-os, isso é importante !



UMA BOA VIAGEM !!!!!

Texto de domínio público enviado pelo companheiro Sandro, de S. José dos Campos

Fonte: http://www.ciceropaes.com.br/dicas.htm

01/10/2009 - MANUAL DO GARUPA

1. Zelar para que a moto esteja sempre limpa e livre de manchas;

2. Manter toda a parte (Cromada) da moto impecavelmente brilhando;

3. Nunca gritar no ouvido do piloto, mesmo em situações de perigo;

4. Patrocinar o lanche do piloto nas paradas para descanso;

5. Segurar o capacete do piloto, quando este solicitar, aproveitando
para limpar a viseira;

6. Ajudar o piloto a vestir a jaqueta ou a capa de chuva;

7. Manter engraxada e sempre brilhando as botas do piloto;

8. Nas hospedagens, esvaziar os alforges e carregar toda a bagagem;

9. Manter lubrificada a corrente da moto;

10. O piloto desejando estacionar a moto no descanso central, o
garupa deverá puxa-la por trás, para que o piloto faça o mínimo de esforço;

11. Jamais tecer comentários dizendo que o banco do garupa é
desconfortável e dói o bumbum;

12. Nos eventos, nunca comprar "souvenir"grande ou pesado, para não
ocupar espaços na moto que devem ser reservados para os objetos adquiridos
pelo piloto;

13. Em trânsito, jamais incomodar o piloto dizendo que quer ir ao
banheiro;

14. A cada quilograma de acessórios novos que o piloto instalar na
moto, a garupa deverá perder o equivalente em peso corporal, para
compensar;

15. Fazer a função da marcha ré puxando a moto pra trás, sem deixar o
piloto fazer esforço.
16. Estar ciente de que três ou mais garupas reunidos, cochichando,
será considerado motim.



01/10/2009 - ESTRANHO PERSONAGEM

Cara Estranho.......

Estranho personagem, esse tal de motociclista.
Difícil crer que seja possível preferir o desconforto de uma motocicleta,
onde se fica instavelmente instalado sobre um banquinho
minúsculo, tendo que fazer peripécias para manter o equilíbrio e torcendo para
que não haja areia na estrada.
Como podem achar bom transportar o passageiro, dito garupa, sem nenhum
conforto ou segurança, forçando o coitado a agarrar-se à pança do
motociclista, sujeitando ambos a toda sorte de desconfortos, como chuva, ou
mesmo aquela "ducha" de água suja jogada pelo carro que passa sobre a poça
ao lado, ou de ficarem inalando aquele malcheiroso escapamento dos caminhões
em uma avenida movimentada como a marginal Tietê, por exemplo, sem falar da
necessidade de se utilizar capas, casacos e capacetes, mesmo naqueles dias
de calor intenso.
Isso tudo enquanto convivemos numa época em que os automóveis nos oferecem
toda sorte de confortos e itens de segurança.
Ar-condicionado, que permite que você chegue ao trabalho sem estar fedendo e
suado; "air bags", barras laterais, cintos de três pontos, etc., que conferem
ao passageiro uma segurança mais do que necessária; som ambiente;
possibilidade de conversar com os passageiros (OS passageiros...) sem ter que
gritar e assim por diante. Intrigante personagem, esse tal de motociclista.
Apesar de tudo o que disse acima, vejo sempre em seus rostos um estranho e
particular sorriso, que não me lembro de haver esboçado quando em meu carro,
mesmo gozando de todas as facilidades de que ele dispõe.

Passei, então, a prestar um pouco mais de atenção e percebi que, durante
minhas viagens, motociclistas, independente de que máquinas possuíssem,
cumprimentavam-se uns aos outros, apesar de aparentemente jamais terem se
visto antes daquele fugaz momento, quando se cruzaram em uma dessas estradas
da vida. Esquisito...
Prestei mais atenção e descobri que eles freqüentemente se uniam e reuniam,
como se fossem amigos de longa data, daqueles que temos tão poucos e de quem
gostamos tanto.
Senti a solidariedade que os une. Vi também que, por baixo de muitas
daquelas roupas de couro pesadas, faixas na cabeça, luvas, botas, correntes
e caveiras, havia pessoas de todos os tipos, incluindo médicos, juízes,
advogados, militares, etc. que, naquele momento, em nada faziam lembrar os
sisudos, formais e irrepreensíveis profissionais que eram no seu dia a dia.
Descobri até alguns colegas, a quem jamais imaginei ver paramentados tão
estranhamente.
Muito esquisito...
Ao conversar com alguns deles, ouvi dos indizíveis prazeres de se "ganhar a
estrada" sobre duas rodas; sobre a sensação deliciosa de se fazer novos
amigos por onde se passa; da alegria da redescoberta do prazer da aventura,
independente da idade; e da possibilidade de se ser livre e alegre, rompendo
barreiras que existem apenas e tão somente em nossas mentes tão acostumadas
à mediocridade.
Vi, ouvi e meditei sobre o assunto.
mudei minha vida...
Maravilhoso personagem, esse tal de motociclista.
Muitas motos eu tive, mas jamais fui um verdadeiro motociclista, erro que,
em tempo, trato agora de desfazer.
Mais que uma nova moto, a moto dos meus sonhos.
Mais que apenas uma moto, o rompimento dos grilhões que a mim impunham o
medo e o preconceito e que por tanto tempo me impediram de desfrutar de
tantas aventuras e amizades.
Deus sabe o tempo que perdi e as experiências que deixei de vivenciar.
Se antes olhava-os com estranheza, mesmo sendo proprietário de uma moto (mas
não um motociclista), vejo-os agora com profunda admiração e, quando não
estou junto, com uma deliciosa pontinha de inveja.
O interessante, é que conheço pessoas que jamais possuíram moto, mas que
estão em perfeita sintonia com o ideal motociclista.
Algumas chegam até mesmo a participar de encontros e listas de
discussão, não que isto seja imprescindível ou importante. O que importa é a
filosofia envolvida.
Hoje, minha esposa e eu, montados em nossos sonhos, planejamos, ainda
timidamente, lances cada vez maiores, sempre dispostos a encontrar novos
velhos amigos, que certamente nos acolherão de braços abertos.
Talvez, com um pouco de sorte, encontremos algum motorista que, em seu
automóvel, note e ache estranho aquele personagem que, passando em uma
motocicleta, com o vento no rosto, ainda que sob chuva ou frio, mostre-se
alheio a tudo e feliz, exibindo um largo e incompreensível sorriso estampado
no rosto.
Quem sabe ganhemos, então, mais um irmão motociclista para o nosso grupo.

Fernando Drummond

01/10/2009 - DICAS SOBRE TRILHAS

Princípios da Conduta Consciente em Ambientes Naturais

Dicas para uma trilha de segura usando motos

1- Planejamento é fundamental

Entre em contato prévio com a administração da área que você vai visitar para tomar conhecimento dos regulamentos e restrições existentes. Caso a região não permita a entrada de motos, obedeça.


Informe-se sobre as condições climáticas do local e consulte a previsão do tempo antes de qualquer visita em ambientes naturais. Não confie plenamente nestas previsões! No verão mudanças repentinas de tempo, com temporais e cabeças d´água, são comuns principalmente nas regiões serranas. Não abra mão do seu equipamento de proteção ( capas de chuva, luvas, jaquetas, etc ). Visitar cachoeira e vertentes de serras na parte da manhã é uma boa conduta. No período da tarde muitas das vezes ocorrem mudanças de tempo.


Nunca visite estes locais ou qualquer outro passeio sozinho - De moto sempre ando em dupla (2 motos - pelo menos), podendo estar com garupa ou não. Uma motocicleta sozinha numa estrada é sempre um alvo fácil ( lembre-se que infelizmente nossas estradas são perigosas! ). Grupos muito grandes também não gosto, fica uma bagunça.


Evite viajar para as áreas mais populares durante feriados prolongados e férias. Faça como nós: " ande contra a maré " ; você rapidamente descobrirá as vantagens.


Certifique-se que você não deixará a marca do seu passeio no local ...... leve sacos de plásticos para trazer seu lixo de volta até onde possa "livrar-se" dele de forma digna.


Escolha o passeio e ou atividade que você vai realizar na sua visita conforme o seu condicionamento físico e se nível de experiência. Nunca esqueça de um princípio básico: se sua moto é "esportiva" , não tente fazer trilhas! Pode ser perigoso para você, além de causar-lhe prejuízos. Da mesma maneira se a moto é " Off-Road " , faça primeiro adaptações para que possa viajar em boas condições na estrada.



2- Você é responsável por sua segurança

O Salvamento em ambientes naturais é caro e complexo. Pode levar dias e causar grandes danos ao ambiente. Portanto, em primeiro lugar, não se arrisque sem necessidade. Cuidado com a impetuosidade.


Calcule o tempo total que passará viajando e deixe um roteiro de viagem com alguém de confiança. Não mude de roteiro sem avisar. Sempre levamos nossos telefones ( celulares ), mesmo deixando-os desligados e além disso cada um leva o seu, de preferência de diferentes operadoras. E, principalmente, não seja escravo do tempo! Caso na sua viagem ocorra um imprevisto, lembre-se, não tenha pressa, você não está trabalhando e mesmo que estivesse, não corra. (Lembro-me uma vez de Ter atrasado um passeio em dois dias, simplesmente por achar que não estava com saco para pegar estrada naqueles dias).


Avise a administração da área que você está visitando sobre: sua experiência, o número de pessoas, o equipamento, o roteiro e a data esperada de retorno. Estas informações podem ser úteis e facilitarão o resgate. Geralmente o motociclista não gosta de policiais, acho que é recíproco...ehehehe... , mais faça como nós.. quebre esta barreira. Lembro que uma vez parei num posto da polícia rodoviária, para perguntar como estava a condição de uma estrada; eu sabia da condição desta estrada; parei apenas para me fazer presente naquela região e obter dicas sobre a segurança na estrada. Lembro-me que na volta, fui parado neste posto para a aferição dos documentos. Quando tirei o capacete o policial olhou para mim e para a moto... e disse: " É carioca sua moto é boa mesmo! Gostou do passeio? Como Foi? " ..... ou seja... lembrou-se! ....Acredito, que se a moto estivesse sendo dirigida por outro, ele identificaria que algo estranho tinha acontecido.....


Aprenda as técnicas básicas de segurança, e, não " ponha o bico num grão de milho que você não conheça e não consiga engolir! " .


Tenha certeza de que você dispõe do equipamento apropriado para cada situação. Acidentes e as agressões à natureza em grande parte são causadas por improvisações e uso inadequado de equipamentos. Nunca abra mão do seu capacete ... parece ridículo....mais é uma grande verdade.



3- Cuide das trilhas e dos locais de acampamento

Mantenha-se em trilhas pré-determinadas, não use atalhos que cortam caminhos. Os atalhos favorecem a erosão e a destruição das raízes e plantas inteiras. Além do mais, ao sair de uma trilha pré-determinada você corre grande risco de enfrentar situações adversas.


Mantenha-se na mesma trilha mesmo se ela estiver molhada, lamacenta ou escorregadia. A dificuldade em ultrapassar uma trilha molhada e escorregadia com sua moto é uma emoção ímpar. Se você contorna a parte danificada de uma trilha, o estrago ambiental será maior, será mais difícil localizá-lo, e finalmente, se as condições estiverem acima de sua capacidade de controle: volte! Afinal, ser vencido pela natureza é estar no seu lugar como participante dela, não acha?


Acampando, evite áreas de camping selvagem, afinal você não é nenhum " Tarzan " . Utilize um camping credenciado, é mais seguro, e faça diariamente seus percursos para diferentes lugares, num ir e vir todos os dias, e , sempre avisando para a administração do camping para onde esta indo. Assim você estará mais seguro e da mesma forma conhecerá toda a região em que está. Não se atreva a acampamentos solitários nas matas, afinal, vc já fez curso de sobrevivência nas selvas?


Traga o seu lixo de volta. Se você pode levar uma embalagem cheia para um ambiente natural, pode trazê-la vazia na volta, e melhor, colocar nela as latas vazias, embalagens, etc.... se és fumante... experimente usar uma lata vazia de refrigerante como cinzeiro... viu como é fácil?


Ao percorrer uma trilha, certifique-se de que elas permaneçam como se ninguém houvesse passado por ali. Remova todas as evidências de sua passagem. Deixe apenas o leve rastro de suas pegadas ou das rodas de sua moto! Não queime nem enterre o lixo. As embalagens pela sua natureza química não queimam totalmente, e animais podem cavar o lixo e espalhá-lo. Podem machucar-se e ou tornarem-se doentes. Utilize as instalações sanitárias disponíveis. Caso não haja (Banheiros) na área, cave um buraco com pelo menos 20 cm de profundidade a pelo menos 60 metros de qualquer fonte de água, ou trilha, em local onde não seja necessário remover a vegetação. Lembre-se do perigo de você sem sapatos, pisar em fezes de animais, ou ingerir água e ou alimentos contaminados por fezes de animais. Pois bem, o perigo para os animais é mesmo se você deixa suas fezes no ambiente à céu aberto! Desculpe a forma de expor a idéia, pois é a verdade!



4- Deixe cada coisa no seu lugar

Não construa qualquer tipo de estrutura, como bancos, mesas, pontes, etc. Não quebre ou corte galhos de árvores, mesmo que estejam mortas ou tombadas, pois podem estar servindo de abrigo para aves e ou outros animais.


Resista a tentação de levar " lembranças " para casa. Deixe pedras, artefatos, flores, conchas, etc, onde você os encontrou para que outros também possam apreciá-los. E, por favor, não faça aquela máxima "gafe" de deixar registrado no tronco de uma árvore o seu nome e da sua namorada, naquele tradicional coração desenhado. Já imaginou se alguns anos à frente você ali retorna com outra namorada e ela visualiza o seu nome ali..... ehehehehe.... ela no mínimo vai pensar.... " Pô! Que cara sem educação! Além de danificar a árvore, ainda não tem imaginação....... pois me leva para passear no mesmo lugar que levava a EX....... ele está passeando comigo ou na verdade lembrando-se da EX ......? " . É meu amigo você queimou o seu filme de forma irremediável... ......rs...


Tire apenas fotografias, e leve para casa apenas memórias. Lembre-se da frase já mencionada acima: Deixe apenas o leve rastro de suas pegadas ou das rodas de sua moto!


Não faça fogueiras, o fogo mata o solo. Enfeiam os locais e podem gerar graves incêndios florestais. Para cozinhar utilize um fogareiro portátil , são compactos e seguros. Para iluminar utilize um lampião ou lanterna, são mais eficientes e seguros que uma fogueira. Aconselho o fogão e lampião que utilizem gás e não os que usam querosene, pois , o derrame destes produtos na água ou solo é extremamente danoso. Ah !... e por favor! Não vá me tirar gasolina da moto para fazer estes tipos de coisa.....Pô ...é ridículo!


Se precisar mesmo utilizar uma fogueira utilize-a como forma de segurança para localizá-lo em caso de acidente. Tome todos os cuidados para que sua fogueira não seja um incêndio... você escapar de uma mata, estando perdido, é mais fácil do que você escapar dela com um incêndio..... Pense na possibilidade de ao invés de precisar acender uma fogueira, de forma emergencial, levar um sinalizador de emergência, você encontra-o nas lojas especializadas, até em lojas de fogos de artifício. E claro avise a administração de que você está de posse de tal equipamento.



5- Respeite os animais e as plantas

Observe os animais a distância. A proximidade pode ser interpretada como uma ameaça e provocar um ataque, mesmo de pequenos animais. Além disso animais silvestres podem transmitir doenças graves.


Não alimente os animais. Isso pode parecer bom, mais é muito perigoso para eles. Caso encontre um animal doente ou ferido, não preste socorro! Você não é preparado para isso! Lembre-se de que você é apenas um espectador do ambiente, e , por isso não deve interferir em nada. Apenas se for possível notifique aos responsáveis pelo parque. Se for o caso, eles saberão julgar o melhor procedimento.


Não retire flores e plantas silvestres. Aprecie sua beleza no local sem agredir a natureza e dando a mesma oportunidade à outros visitantes. Se você gosta de Ter flores em casa, vá em alguma "floricultura" por aí. Lá existem belas flores, adaptadas e condicionadas para o ambiente doméstico.

6- Seja cortês com os outros visitantes

Ande em silêncio, Não seja uma discoteca ambulante. Afinal você veio deslumbrar a natureza! Respeite o ouvido dos outros humanos e dos animais.


Deixe seus animais domésticos em casa. Discordo totalmente de levar para passeios animais domésticos. Principalmente para ambientes naturais, provocam incômodo para outras pessoas e principalmente aos animais nativos.


Cores fortes, como branco, azul, vermelho ou amarelo devem ser evitadas, pois podem ser vistas a quilômetros de distância e quebram a harmonia dos ambientes naturais. Use roupas e equipamentos de cores naturais, para evitar a poluição visual em locais muito freqüentados. Embora, este procedimento, até certo ponto possa ser conflitante. Pois, em um ambiente natural, cores fortes, como diz o texto acima, podem ser vistas a grandes distâncias e ajudar a localizá-lo em uma situação de perigo.


Colabore com a educação ambiental, ensine a outros visitantes, transmitindo os princípios de mínimo impacto sempre que houver oportunidade. Mais seja cortês e nunca se deixe levar pela " poluição ambientalista " , que muitas das vezes, como já presenciei, passa por cima da dignidade e do respeito humano, em função de uma pequena lata de refrigerante no chão. Assim como você não deve maltratar uma pessoa que nunca ninguém ensinou-a a ler; você não deve tratar mal uma pessoa que não tenha uma conscientização ambiental. Afinal, não é culpa dela! A culpa está em nosso processo educativo e social que deixam em muito a desejar.



Fonte:

Página pessoal do Médico Veterinário: Thales Teixeira
Impressos Informativos e educativo da prefeitura de Macaé - Secretaria Municipal de Turismo.
Impressos Informativos do Parque Nacional da Serra dos Órgãos
Algumas adaptações e modificações de opinião pessoal / profissional.

28/09/2009 - 50 MOTIVOS PARA SER MOTOCICLISTA

50 MOTIVOS PARA SER MOTOCICLISTA

(publicado na edição 50 da revista Motociclismo Magazine)

01 - Pelo espírito de liberdade;
02 - Pelo vento na cara;
03 - Por sentir a garupa agarradinha na sua cintura;
04 - Por ter uma 125 e se sentir um Valentino Rossi numa 500;
05 - Por ter uma custom e ser o próprio Peter Fonda em Easy Rider;
06 - Por fazer novos amigos, que falam a sua língua;
07 - Por poder viajar em grupos;
08 - Por ficar encharcado e feliz;
09 - Por ter a sua pista livre em cima da faixa, quando o trânsito está totalmente congestionado;
10 - Por poder andar sujo, no melhor estilo aventureiro;
11 - Por poder usar a sua fantasia de mau, com caveiras e crucifixos;
12 - Para ir ao Mundial de Motos torcer pelo Alexandre Barros;
13 - Para poder juntar um dinheirinho e comprar uma moto maior;
14 - Por já ter dinheiro e status e finalmente voltar a andar de moto, como na juventude;
15 - Para ouvir o ronco do motor;
16 - Para matar de inveja o seu vizinho careta;
17 - Para conquistar as menininhas;
18 - Para trabalhar, porque a moto é o seu ganha-pão;
19 - Para se sentir poderoso dentro do seu macacão de couro;
20 - Para ter a sensação de voar, como um pássaro do asfalto;
21 - Para ser o pole position nos faróis das grandes avenidas;
22 - Porque a primeira trilha a gente nunca esquece;
23 - Para passar nos pedágios sem pagar;
24 - Para ter um estacionamento exclusivo no shopping center;
25 - Para dar umas escorregadas, porque um tombinho não dói;
26 - Para fazer uma curva e sentir o joelho quase ralando no chão;
27 - Para encher o seu capacete de adesivos bacanas;
28 - Para ir aos encontros de motos falar sobre motos;
29 - Para tentar dar um cavalo de pau com a roda da frente, como Tom Cruise em Missão Impossível 2;
30 - Para cruzar do Paquistão à Índia, como fez Rafael Karan, o aventureiro;
31 - Para comprar um monte de acessórios e deixar sua moto personalizada;
32 - Para poder carrega-la na caçamba da sua picape até a entrada da trilha;
33 - Para servir de moto-táxi no Nordeste e faturar uma graninha a mais;
34 - Para vir a ser um grande piloto de motovelocidade;
35 - Para poder abrir sua própria oficina de motos;
36 - Para um dia participar do Racing Day, em Interlagos;
37 - Porque todos os caminhos levam a Daytona, o grande encontro mundial de motos;
38 - Para se perder numa trilha no meio da noite;
39 - Para rasgar sua calça no mourão da cerca;
40 - Para deixá-la parada na garagem de casa e apenas ficar admirando-a;
41 - Para sentir o cheiro de óleo queimado da sua velha e inesquecível 2T;
42 - Porque entre sua namorada e a moto, você fica com a moto;
43 - Porque a moto só tem dois lugares: não cabem a sogra e o papagaio;
44 - Porque ela gasta muito menos combustível que seu carrão;
45 - Porque ela leva você pelos caminhos da emoção;
46 - Porque no peito de todo motociclista, bate um coração aventureiro;
47 - Porque você consegue extravasar por trás de sua viseira, mesmo que as lágrimas embacem o seu caminho;
48 - Porque um dia você sonhou que chegaria lá;
49 - Porque você ama estar vivo;
50 - Porque você isso, meu amigo, um amante da liberdade . . . motociclista.

28/09/2009 - CONDIÇÕES ADVERSAS DE PILOTAGEM

Condições Adversas estando Parado:
Nas faixas de segurança ao pedestre o motociclista deve se posicionar de maneira correta e segura, proporcionando segurança ao pedestre e a si próprio, certificando-se se não há aproximação de algum veiculo em velocidade excessiva colocando-o em perigo e deve também sinalizar com antecedência sua intenção, utilizando-se de luzes indicadoras e se necessário os gestos e sinais do condutor.
Nos cruzamentos, interseções, semáforos e faixas o motociclista deverá se aproximar com velocidade moderada, de forma que possa deter seu veiculo com segurança para dar passagem ao pedestre e aos veículos que tenham preferência de passagem.
Para que possamos eliminar as condições adversas ao comportamento do condutor no transito é necessário perícia,prudência,conhecimento,responsabilidade e habilidade.

Condições Adversas do Condutor
Sono,stress,fadiga,cansaço;
Estar sob efeito de bebida alcoólica;
Estar com comportamento alterada;
Pressa,ansiedade ou espírito competitivo;
Estar sob pressão psicológica,medo ou insegurança.

Condições Adversas da Via
O desgaste, a falta de manutenção e o desrespeito com limites de peso impostos para a circulação na via criam condições adversas, tais com :
- sinalização inadequada;
- depressões;
- acostamento rebaixado;
- vegetação muito próxima da via;
- má conservação da pista;
- pista irregular.

Condições Adversas de Transito
- congestionamento;
- desvio;
- veículos parados na pista de rolamento;
- pedestre circulando fora da faixa a ele destinada;
- motociclistas efetuando ultrapassagens incorretas;
- animais na pista;
- obras.

Condições Adversas de Tempo/Fenômenos Naturais
- ao conduzir a motocicleta sob condições adversas de tempo, como:
- chuva;
- nevoeiro;
- ventania;
- poeira;
- fumaça;
o condutor deverá tomar os seguintes cuidados;
- redobrar a atenção;
- diminuir a velocidade;
- manter sempre faróis acesos;
- se necessário e possível parar em local seguro;
Em condições adversas de fumaça, o condutor tem visibilidade diminuída em até 70%, porém não há lugar seguro para efetuar parada dentro da fumaça.

Condições Adversas de Iluminação
- ofuscamento: raios solares;
- faróis altos de veículos em sentido contrário;
- reflexos de retrovisores, de veículos que circulam no mesmo sentido.
- penumbra, ao anoitecer e ao amanhecer;
- noite , a visibilidade fica limitada ao alcance dos faróis, que por sua vez limita o alcance da visão.

Deveres do condutor
- ter pleno domínio sobre seu veiculo a todo momento, dirigindo-o com atenção e cuidados indispensáveis á segurança do transito;
- verificar a existência e as boas condições de funcionamento dos equipamentos de uso obrigatório;
- assegurar-se da existência de que há combustível suficiente para cobrir o trajeto e chegar ao destino sem gerar retrabalho a quem quer que seja, evitando assim se expor a acidentes por paradas em locais impróprios e de risco, inclusive a terceiros.

Alípio Fernandes da Silva

www.afrobrasilmg.rg3.net
afrobrasilmg@ig.com.br
Cel: (27)9279-5530
Vila Velha-E.S.

28/09/2009 - CUIDADO COM PEÇAS POLIDAS, CROMADAS E NIQUELADAS

Fogem ao objetivo deste recado discussões técnicas em sua profundidade e complexidade.

O objetivo é levar aos amigos motociclistas alguma preocupação, com reais fundamentos, quanto aos cuidados com as peças “nuas” polidas (rodas, manetes, carcaças de motor, etc), niqueladas e/ou cromadas (tubos de escape; capas de espelhos; acessórios; etc).

É fato que alguns amigos motociclistas tem extremo esmero com suas máquinas e, às vezes, por pouca experiência no trato das peças acabam por prejudica-las e, por conseqüência, gastando dinheiro e irritação além do que seria necessário.

Por que?

-Paradoxalmente os materiais chamados “inoxidáveis” são inoxidáveis em função da sua característica de serem extremamente oxidáveis (inclusive o aço inoxidável)

-Parece absurdo...mas, não é.

-O fenômeno é o seguinte:

-Esses materiais (alumínio, ligas de magnésio, aço inoxidável e outros) no seu processo inicial de fabricação não têm “brilho de espelho”. Para chegar-se a isso é necessário um processo de “lixamentos” sucessivos (profissional) com abrasivos (não metálicos) de grãos cada vez menores, sempre no sentido de ir diminuindo a rugosidade superficial da peça até chegar-se a um abrasivo tão fino (chamado polidor) que confere à superfície uma homogeneidade tal que produz o “efeito de espelho”.

-Esse “efeito de espelho” consegue-se em muitos tipos de “metais” inclusive no aço comum (não inoxidável), entretanto não sendo “inoxidável” ele “enferruja”. Daí aplicar- se a cromação ou niquelação ou douração etc. via galvanoplastia após o polimento.

-No caso dos materiais citados antes, ocorre o paradoxo: “eles oxidam com extrema rapidez (segundos)” só que em função das características químicas dessas “ligas de metais inoxidáveis” ocorre a formação de uma película oxidada extremamente delgada. Tão delgada que não “apaga” o brilho da peça.

-Em alguns materiais, como ocorre nas ligas de alumínio, magnésio e outras, com o passar do tempo e condições atmosféricas essa película vai “se espessando” até o ponto em que a peça fica “opaca e sem brilho”.

-Esse é o paradoxo. Para que a peça não seja corroída e mantenha a brilho por mais tempo é necessária a presença do oxigênio na formação de película oxidada (protetora).

-O tempo necessário para o “espessamento” da película varia de metal para metal.

-As peças “nuas” (sem revestimento por galvanoplastia) podem ter seu brilho restaurado por nós mesmos com o uso dos polidores comuns apropriados.

-No caso dos aços inoxidáveis o brilho é praticamente perene.

-Toda vez que se arranha uma superfície, dessas, nova película irá se formar imediatamente naquele local.

-É isso que permite o re-polimento desses materiais.

-É comum, também, que peças fabricadas nesses materiais tenham aplicação de revestimento por galvanoplastia (niquelação, cromação, douração, etc) com a finalidade de se conseguir um brilho maior e/ou mais duradouro.

-Um exemplo muito comum tem-se nos caixilhos de alumínio para as janelas dos prédios e residência os quais, comumente, tem um tratamento químico superficial conhecido como anodização.

-No caso de materiais que são brilhantes (espelhados) graças a processo de galvanoplastia(cromados, niquelados, dourados, etc.) o fenômeno de formação da “película protetora” é análoga, entretanto deve-se levar em conta que a camada de depósito (“revestimento”) de níquel, cromo, etc. é extremamente delgada (mede-se em micra) e portanto um eventual arranhão pode feri-la por completo atingindo o metal base que:

a)que no caso de ferro (ou aço comum) irá desenvolver o fenômeno chamado “ferrugem”.

b)no caso das “ligas leves” (ligas de alumínio, antimônio, etc) o metal base ficará exposto e desenvolverá mancha. Aplicação de polidores aceleram o desgaste do material aplicado por galvanoplastia.

c)nas “ligas leves”; quando o metal base já está exposto a gente vê aquela “cor preta” manchando o algodão quando aplicamos o polidor.

-Que fazer?

- 1) nunca encerar ou colocar quaisquer tipo de protetor em uma peça polida(elas precisam de oxigênio).

- 2) jamais limpar essas peças com esponja metálica (tipo bom-brill) (elas depositam minúsculas partículas de ferro que irão “enferrujar-se” causar danos às vezes irreversíveis).

- 3) A limpeza química com produtos tipo “lava-baú” agridem quimicamente a superfície causando rugosidade e eliminando o brilho e até retirando os depósito aplicados por galvanoplastia. O que irá exigir restauração profissional.

- 4) Quando for o caso; desengraxar com solventes orgânicos, lavar com detergentes comuns, secar e lustrar com pano macio e seco. Essas superfícies são de pouca dureza, portanto riscam com facilidade.

- 5) Use apenas produtos de qualidade e especializado para o efeito desejado depois de conhecer peça-a-peça.

- 6) Na dúvida procure profissional especializado. Fujam de curiosos.

Luiz Gomes

(produtor de aços)

28/09/2009 - COMO DESTRUIR UM MOTO CLUBE

AS 13 REGRAS DE UM MAU ASSOCIADO DE MC



1. O EDITORIAL do “Jornal MotoClube News” (Ano 6 – nº 68 – Dezembro de 2005), edição de dezembro de 2.005 , traz as considerações do Editor Responsável : Reinaldo de Carvalho Bueno (O Carvalho) , no respeitante ao tema anunciado . Eis o seu teor :



2. “Caros leitores , este é o último editorial do ano de 2005 e com ele pretendo passar a vocês uma mensagem que, excepcionalmente , não foi escrita por mim , mas que espelha uma verdade . Procurei saber quem foi o autor que a escreveu e a divulgou na “net” , em vão , mas que ele saiba que admirei o texto , por isso o copio , com algumas pequenas modificações . Todos sabemos que quem dirige um moto clube , sofre todo tipo de crítica e muito pouca ajuda para manter o clube funcionando , à exceção daqueles clubes cujo regime de administração e de disciplina , chega á beira do militarismo .



3. Então , nada mais justo que indicar os caminhos para que um associado de moto clube se torne um péssimo exemplo e um não melhor companheiro e integrante . Então vamos lá :



1ª) Não participe de viagens ou quaisquer atividades realizadas pelo MC ;



2ª) Não freqüente o clube , mas quando comparecer á sede , procure algo para reclamar ;



3ª) Se comparecer a qualquer atividade , encontre apenas falhas no trabalho dos outros ;

4ª) Nunca aceite uma atividade , lembre-se que é mais fácil criticar do que receber as críticas da realização ;

5ª) Se a diretoria pedir sua opinião , responda que não tem opinião formada e depois , espalhe como as coisas deveriam ser ;

6ª) Não faça nada além do inevitável , e quando os diretores e colaboradores estiverem trabalhando , afirme que seu clube está dominado por uma panelinha ;

7ª) Não leia os informativos e correspondências do clube , mas afirme sempre que elas não trazem nada de interessante , ou melhor ainda , diga que não os recebe e que se sente excluído do grupo ;

8ª) Se for convidado para qualquer cargo , recuse , alegue falta de tempo e depois critique tudo que for feito pela “turminha” que só quer ficar no poder ;

9ª) Quando tiver divergências com a diretoria , procure vingar-se no clube ;

10ª) Sugira , insista e cobre realizações de festas e eventos e quando ocorrerem , não ajude e não apareça , para depois ficar espalhando que seu clube não tem prestígio porque ninguém foi e se teve gende na festa , espalhe que a diretoria está ficando rica com a festa ;

11ª) Se receber pedidos de sugestões ou colaborações , não responda e se a diretoria não adivinhar suas idéias , critique e diga a todos que você foi ignorado .

12ª) Procure saber todas as burradas feitas pelos integrantes do seu clube em viagens ou na sede , só para , depois , espalhar para todo mundo , inclusive para as esposas ;

13ª) Depois de tudo isso , quando cessarem as publicações , as atividades pararem , as instalações estiverem desmoronando , seu clube não for visto em lugar algum e todos se afastarem , enfim , quando seu clube morrer , estufe o peito e afirme orgulhoso : EU NÃO DISSE ?

4. Bem , depois de dito tudo isso , quem sabe os maus associados , dos vários clubes espalhados por este iumenso Brasilsão , percebam suas faltas de qualidade , se “emendem” ou simplesmente saiam do moto clube e vão criar galinhas , porque para ser integrande de MC tem que ser gente grande . Tá dito . (Palavras do Carvalho)

5. Em nome de todos os que colaboraram na realização do Jornal MotoClube News durante este ano , desejo a todos os nossos anunciantes , leitores e assinantes que tenham um grande Natal e um maravilhoso ano novo , com saúde , proteção do Papai do Céu , paz em família e no MC , sucesso e um pouco de grana , para todo mundo poder rodar .” (Palavras do Carvalho)



São Paulo , 5(segunda) de dezembro de 2.005 .





Maury Luiz de Melo

Motociclista

28/09/2009 - CAPACETE NA CABEÇA OU NO BRAÇO?

Freqüentemente nos deparamos no trânsito com motociclista e passageiro não utilizando o capacete de segurança. E o pior, muitos, utilizam no braço. Não se trata de falta de conhecimento, pois todos sabem que seu uso é obrigatório.

Na realidade, omitir-se na utilização desse equipamento revela desleixo na sua própria segurança. Variadas são as alegações apresentadas para justificar-se a sua não utilização, tais como: muito calor ; atrapalha a visão; etc.

Em relação aos usuários da via que conduzem veículos motorizados, o motociclista é um dos que mais se acham em perigo, especialmente quando, ao se envolver em acidente, não utilizarem o capacete, eis que, com maior probabilidade, poderá sofrer alguma lesão na caixa craniana, ou um agravamento desta. É, portanto, inequivocamente recomendável que se utilize o equipamento de segurança adequado.

Deve-se sempre usar o capacete e vestimentas de segurança, tais como luvas, botas, jaquetas, etc; estes equipamentos protegem o piloto e o passageiro. E o capacete no braço? Até parece brincadeira de criança que, por teimosa, insiste em desobedecer a legislação, sob a fantasiosa alegação de que, ao conduzi-lo no braço, estar-se utilizando o capacete. A propósito, a Resolução de nº 20/98 do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), disciplina que o uso de capacete de segurança pelo condutor e passageiro de motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclo e quadriciclos motorizados, estabelecendo que o capacete deverá estar devidamente afixado na cabeça, sob pena de seu uso não ser reputado correto. A não utilização do capacete, ou utilização incorreta, pelo passageiro e/ou motociclista, sujeitará este a uma penalidade de multa de natureza gravíssima (180 Ufir) e suspensão do direito de dirigir, além da perda de sete pontos no documento de habilitação.

Os condutores de motocicleta e ciclomotores devem dirigir com atenção e cuidados indispensáveis, vejamos algumas recomendações: a) pilote sempre com atenção, não "costure" o trânsito entre veículos em movimento; b) use o freio com habilidade, sempre os dois ao mesmo tempo. O freio traseiro ajuda a parar e mantém o equilíbrio do veículo; c) verifique o estado de funcionamento de sua moto, se ela estar bem regulada, bem como os estados das luzes e pneus; d) use roupas claras, dessa forma você ficará visível aos outros veículos no trânsito. Não fique nos pontos cegos de visão dos automóveis, só devendo circular com farol aceso; e) cuidados redobrados nos cruzamentos e em curvas.

O motociclista deve pilotar seu veículo adotando todos cuidados para evitar se envolver em acidente. Deve, ainda, ter a consciência de que o capacete deve ser utilizado na cabeça e não no braço, pois se for usado de forma correta, em caso de acidente grave ou uma simples queda, poderá diminuir ou evitar conseqüências mais drásticas, como lesão ou morte por traumatismo craniano.

Autor: Wilson Santos. Advogado. Especialista em Trânsito (PMSP-90 PMDF-98).wilson@transitobrasil.com

Fonte:

http://www.transitobrasil.com.br

28/09/2009 - BONDE X VELOCIDADE

Uns dos pontos que os motociclistas que andam em bonde têm mais dificuldade de ter harmonia é a questão da velocidade.

Cada motociclista dentro de um moto clube tem um pensamento sobre de como devem andar em bonde.

Inicialmente vem a idéia que os motociclistas de um moto clube devem andar sempre juntos, eu também tinha está opinião no início, porém com o tempo vi que é um objetivo muito difícil de ser alcançado.

Tal objetivo, andar junto, é difícil ser alcançado por contrariar o primeiro fundamento de todo motociclista que é – liberdade.

Não somos iguais ao nosso outro irmão motociclista que andará no bonde, inclusive não somos iguais a nós mesmos, pois um dia queremos ir com calma, outros dias já queremos enrolar o cabo.

Assim, diante da contrariedade do primeiro fundamento de todo motociclista e diante de nossas diferenças, como podemos alcançar igualdade de pensamento quanto à velocidade?

Será que os tão gostosos BONDES estão perto do fim ou em contra partida será que o princípio de liberdade é que está?

A meu ver, tudo passa por três questões, sendo estas: de organização, consciência e de respeito a sua palavra.

Da Questão de Organização

Devem os motociclistas ao combinar uma viagem em conjunto, formando um Bonde, organizar e deixar bem claro a todos os seus participantes que:

1 . A qual velocidade o Bonde vai andar;

2 . Qual a distância a ser percorrida entre cada parada, já determinando os locais de parada, se for assim for possível;

3 . O tempo de cada parada;

4 . Local de encontro no destino;

5 . Outros aspectos.

Uma questão importante, se nada for combinado ou organizado não se poderá exigir ou mesmo querer que qualquer motociclista tenha respeito ou siga o bonde, pois ele não criou compromisso.

Da Questão de Consciência

Devemos ter em mente sempre o primeiro fundamento do motociclista que é o respeito à liberdade.

Assim, não existe qualquer desrespeito, falta de companheirismo se um motociclista decidir não ir no bonde no limite de velocidade fixado.

Tem cada motociclista o direito de escolher se anda mais forte ou não, se vai no bonde ou não.

A questão de consciência se faz presente no sentido que cada motociclista tem o dever de respeitar a decisão de seu amigo, de seu parceiro, se vai andar no bonde ou não.

Da Questão de Respeito à Palavra

Cada motociclista é livre, tem a liberdade de escolher se anda ou não no Bonde.

Porém, quando ele toma a decisão de andar no bonde ele esta empenhando sua palavra que vai aceitar as regras estabelecidas, tais como limite de velocidade, tempo de parada e outras decisões.

Ele deixará o seu direito fundamental de liberdade em prol de outro fundamento do motociclismo que é o do companheirismo.

Quando ele viola as regras do bonde, além de faltar com respeito aos demais motociclistas, deixar sua palavra sem valor, ele está colocando em risco a amizade e inclusive a segurança dos demais, pois a partir da formação do bonde estão contanto com ele.

A meu ver a questão do bonde versos velocidade pode ser definido através de uma simples atitude, tudo é questão de organização.

Ulisses José Ferreira Neto

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